Sep 30

Cláudia LeitteHá um tempo atrás eu escrevi um post questionando se realmente a cantora Cláudia Leitte é ou não evangélica como corriam boatos por ae.

Recentemente, eu recebi um comentário escrito pela própria cantora falando sobre Igreja, seu relacionamento com Deus, a música “Pensando em Você” da banda Pimentas do Reino e muitas outras coisas.

Fico extremamente feliz com a presença da cantora aqui e mais feliz com a dedicação dela para com Deus, muito obrigado Cláudia Leitte, seja bem vinda aqui e acima de tudo, você sempre é bem vinda na casa de Deus.

Clique no link abaixo e leia todo a comentário da cantora.

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Sep 28

Rio de Janeiro - Cidade Desespero

  • Rio de Janeiro – Cidade Desespero
  • Onde ladrão anda armado pra não ser assaltado;
  • Onde casaco é passado a nova moda agora é colete aprova de balas;
  • Aqui nos não somos criados, somos treinados;
  • Nos não vivemos, nos sobrevivemos.

Eu costumava a brincar com isso toda vez que alguém me pergunta de onde eu sou no MSN, só que a capa do jornal O Globo de uns dias atrás me fez mudar minha visão.

Bem no topo da capa trazia uma manchete diferente, falava da reação das pessoas quando vêem a versão original do filme “Tropa de Elite” nos cinemas. Eu fiquei horrorizado ao ler que as pessoas vibram, assoviam, aplaudem, riem e gritão de euforia quando no filme um bandido é morto, torturado, baleado ou qualquer outra coisa parecida. O motivo segundo opinião de populares é que só assim eles aprendem.

É bom ver que as pessoas “de bem” realmente querem o fim do tráfico, da violência, do crime e todas essas coisas que acontecem não só no Rio, mas em todo o Brasil, mas o revoltante é saber que as pessoas ficam felizes com o sofrimento dos mesmos, as pessoas não percebem que estão assim, se tornando igual ou até pior do que os que odeiam.

O Rio passou a pouco por uma fase de conformismo com o crime, onde nem os jornais mais publicavam sobre mortes graças ao trafico, a marginalidade e a criminalidade, as páginas dos jornais ficavam cobertas de anúncios de novela, mulheres seminuas e jogadores de futebol, isso porque morte não vende mais jornal aqui, é comum, é banal, acontece todo dia… toda hora…

Depois o governo não sabe porque o Rio está assim. As milícias estão sendo integradas agora por moradores de comunidades carentes que querem o fim da violência.

O Rio é composto de metade de sua população em localidades de baixa renda e outra metade no resto da cidade, nas comunidades de baixa renda ou você adere a violência pelo trafico ou pelas milícias e o resto do Rio só fica olhando, acostumado com isso. Como será o futuro quando a milícia quiser acabar com a violência de todo o Rio?

Será que é assim que devemos reagir contra a violência, esse estado de guerra civil em que vivemos? Como vamos viver assim? Vamos viver assim? O que fazer?

Perguntas até agora sem resposta.

Tocando: Blindside

Sep 25

Mentiras!

Há um blogueiro entre nós de nome Thiago que ultimamente tem feitos certas coisa que deixam a desejar e algumas que me deixaram extremamente aburrecido.

E pior, recentemente, por caridade eu lhe dei uma música para por em um de seus posts e ele nem me agradeceu ou ao menos me citou em seu post! Ingrato!

Eu não admito um cara desses se dizer um Blogueiro e pior ainda, achar que o projeto de blog dele é o melhor blog de música do Gospel Mais! Balela! Não compre esse iPod, ele vem com defeito de fábrica!

EU DECLARO GUERRA CONTRA O IPODJESUS

Sep 24

Música

Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o som e o organiza no tempo. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, a música já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Como “arte do efêmero”, a música não pode ser completamente conhecida e por isso é tão difícil enquadrá-la em um conceito simples.Um dos poucos consensos é que ela consiste em uma combinação de sons e de silêncios, numa sequência simultânea ou em sequências sucessivas e simultâneas que se desenvolvem ao longo do tempo. Neste sentido engloba toda combinação de elementos sonoros destinados a serem percebidos pela audição. Isso inclui variações nas características do som (altura, duração, intensidade e timbre) que podem ocorrer sequencialmente (ritmo e melodia) ou simultaneamente (harmonia). Ritmo, melodia e harmonia são entendidos aqui apenas em seu sentido de organização temporal, pois a música pode conter propositalmente harmonias ruidosas (que contém ruídos ou sons externos ao tradicional) e arritmias (ausência de ritmo formal ou desvios ritmicos).

E é nesse ponto que o consenso deixa de existir. As perguntas que decorrem desta simples constatação, encontram diferentes respostas se encaradas do ponto de vista do criador (compositor), do executante (músico), do historiador, do filósofo, do antropólogo, do linguista ou do amador. E as perguntas são muitas:

  • Toda combinação de sons e silêncios é música?
  • Música é arte? Ou de outra forma, a música é sempre arte?
  • A música existe antes de ser ouvida? O que faz com que a música seja música é algum aspecto objetivo ou ela é uma construção da consciência e da percepção?

A música eleva os sentimentos mais profundos do ser humano. Não é necessário gostarmos de todos os estilos, porém conhecê-los.

Mesmo os adeptos da música aleatória, responsáveis pela mais recente desconstrução e reformulação da prática musical, reconhecem que a música se inspira sempre em uma “matéria sonora”, cujos dados perceptíveis podem ser reagrupados para construir uma “materia musical”, que obedece a um objetivo de representação próprio do compositor, mediado pela técnica. Em qualquer forma de percepção, os estímulos vindos dos órgãos dos sentidos precisam ser interpretados pela pessoa que os recebe. Assim também ocorre com a percepção musical, que se dá principalmente pelo sentido da audição. O ouvinte não pode alcançar a totalidade dos objetivos do compositor. Por isso reinterpreta o “material musical” de acordo com seus próprios critérios, que envolvem aquilo que ele conhece, suas cultura e seu estado emocional.

Da diversidade de interpretações e também das diferentes funções em que a música pode ser utilizada se conclui que a música não pode ter uma só definição precisa, que abarque todos os seus usos e gêneros. Todavia, é possível apresentar algumas definições e conceitos que fundamentam uma “história da música” em perpétua evolução, tanto no domínio do popular, do tradicional, do folclórico ou do erudito.

Sep 22

Brooke Fraser e amigas no casamento do baixista do Hillsong United, para conferir todas as fotos do casamento que rolou dia 3, clique aqui.

Brooke Fraser

Parece que elas estão num show de Rock “batendo cabeça”, e olha a da esquerda, que cara é aquela? Fingindo que está rindo só para não ficar estranho pro lado dela… que feio.

Mas feio ainda sou eu, nesse momento Revista Contigo, postando fotos de casamento de famosos. Cortesia do Thiago, ele que fica vendo essas coisas e me desvirtuou, reclama com ele.

Ouvindo: Brooke Fraser - Albertine

Sep 21

Hoje ao chegar em casa me deparei com uma correspondência para mim em minha cama,Underground Gospel coisa que só acontecia nos meus tempos de Super Gospel, dentro da correspondência havia um cd, que meu amigo Ricardo Carvalho me enviou. Eu fui sorteado numa promoção do site Gospel Vision que me valeu um álbum de uma banda nova e desconhecida do país, a banda tem o enigmático nome de “Galeria 1R3” (?) e nasceu em Brasília, berço da nova geração da Música Rock Cristã Brasileira.

A banda é muito boa, eu recomendo, quem puder ouvir que ouça pois tem futuro. Eles fazem um metal não convencional com bastante coisa da atualidade, letras reflexivas e profundas, e uma melodia impressionante, se fosse no tempo do Oficina G3 no começo, eu garanto que faria mais sucesso do que eles.

Eu gostei da iniciativa do Gospel Vision em querer aproximar as bandas underground do público comum, pois não fui somente eu quem ganhou não, outras pessoas também ganharam e de bandas diferentes. Divulgação é muito importante para as bandas, elas dependem disso pra sobreviver. Agradeço e parabenizo ao Ricardo pela bela iniciativa.

Texto escrito ao som de O Rappa (forçado, alguém colocou som alto na esquina da minha rua, as duas da manhã)

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