Eu pensei em escrever alguma coisa sobre o Grammy que rolou ontem (8 de Novembro), mas pra que? Havia dúvida de que como sempre a Aline Barros iria levar pela milésima vez o premio? Nem tem mais graça isso.
Sempre tem lançamentos melhores do que os indicados ao Grammy, mas como a Line Records e a MK Music são as únicas afiliadas ao Grammy fica totalmente sem graça.
É pena que nesse ponto de filiação no Brasil ao Grammy das gravadoras “gospel” só seja controlado por essas duas gravadoras, ou seja, só participa quem elas quiserem. Se pelo menos a MK e a Line deixassem as outras gravadoras concorrerem também, talvez teria alguma graça e credibilidade assistir a esse premio.
Monopólio é fogo, há muitos melhores do que eles…


November 14th, 2007 at 3:08 am
Eu acho que vc está sendo injusto.
A Aline ganhou o prêmio porque ela mereceu, na minha opinião ela é a melhor cantora gospel da atualidade.
mas como dizem, cada um pensa o que quer…
November 14th, 2007 at 7:07 am
Cara, eu concordo com você, mas teve lançamentos melhores esse ano e a minha pinimba não é com a cantora e sim com a atual gravadora dela.
November 16th, 2007 at 10:19 am
Eu não concordo com seu comentário, apesar de respeitar, para sua informação na categoria dela “Música Cristã Brasileira” tinha um Padre concorrendo e a MK não tem nada com isso. Ela ganhou como sempre como voce diz aomeu ver por merecimento. Eu acho a voz dela muito abençoada e as músicas que estão nos albuns dela parece ser escolhida sob direção do Espírito Santo, porque ao controrário de alguns interpretes evangélicos que só tem algumas músicas boas em seus albuns as da Aline são lindas do começo ao fim, para mim só tem explicação de ser orientação divina e não de gravadora.
November 16th, 2007 at 7:53 pm
Cara, Padre é envangélico? O controle das gravadoras evangélicas é das evnagélicas, das catolicas são das católicas…