Nov 2

Mc Sabrina com Cá estava eu tendo que ouvir a rádio que as meninas do meu trabalho põe para escutar enquanto trabalham, como aconteceu a um tempo atrás, só que desta vez eu escutei uma pérola, e essa não foi uma pérola boa.

A música “Sexy” da Mc Sabrina é uma das mais tocadas de algumas rádios pop do Rio de Janeiro, clique aqui e confira a letra.

Essa música mostra o porque que a juventude brasileira está tão “corrompida”. Tá certo que o funk já “estragou” muita gente, mas ele não toca em qualquer lugar, o problema é que essa música é tocada em rádios populares em que o público alvo são jovens de várias idades e todos sabem, você é o que você curte…

Essa não é a pior música já gravada (um dia vou acha-la), mas o problema é que é uma música dentre várias que não são boas de se escutar, pois trazem maus ensinamentos. E o pior, assim como a Mc Sabrina, a Kelly Key faz o mesmo, com letras com intuitos sexual entre outras coisas. Mas você reparou que um dos exemplos mais fáceis de se lembrar a respeito dessas coisas são essas duas mulheres? Claro, existe o Latino também (ninguém é perfeito), mas é por essas e outras que a mulher é tão mal vista hoje em dia, quem está em destaque não faz por onde.

Nos EUA já está assim, o Brasil está seguindo. Agora imagine o Brasil com vários Latino’s, várias Kelly Key’s e Mc Sabrina’s para servirem de exemplo e ícones para os jovens do Brasil.

E pensar que os jovens são o futuro da nação… Se o Brasil já está assim com os políticos, imagine com esses jovens comandando no futuro… O que será que podemos fazer para evitar isso?

Vem Jesus! Vem!

Oct 24

Artista vive de show não de venda de discos, a venda é uma forma de divulgação da própria música para que haja mais shows para ele ganhar dinheiro, mas se o MP3 divulga mais que um disco, por que reclamar dele?

A banda secular Radiohead colocou seu mais novo álbum todo em MP3 a venda na Internet, o usuário pode pagar o quanto quiser, inclusive nada. A banda já vendeu milhões de cópias em apenas alguns dias depois do lançamento de seu álbum. Eles fizeram isso porque sabem que quanto mais divulgarem sua música mais shows vão fazer e mais dinheiro vão ganhar. O dinheiro que gastaram para fazer o álbum vai ser ressarcido em apenas um show deles, sendo que graças a essa “venda” na net eles já estão com o ano que vem inteiro com shows marcados.

Um exemplo prático é Toque no Altar que cobra R$ 35.000,00 por show e seu álbum é vendido em média a R$ 20,00, se você guarda o dinheiro que você gastaria para comprar o álbum e vai ao show você faz muito bem. Um show deles compra 1750 álbuns deles mesmos e pelo que eu sei, eles fazem no mínimo 4 shows por semana, 11 meses de shows por ano (mais ou menos 49 shows) compra quase um milhão de álbuns deles e sem contar os álbuns que realmente são vendidos por ai, que são mais de 100 mil. Eles não fariam isso tudo de shows se suas músicas não tivessem sido divulgadas. E ainda por cima, eles fazendo shows graças a divulgação de suas músicas, “vendem” mais álbuns do que uma banda secular que condena essa pratica, ou seja, é melhor você baixar a música e ir ao show do que comprar o álbum.

Eu assumo, eu baixo música sim, perguntei para meu Pastor se eu poderia e ele me liberou. Eu só não baixo se for de um artista independente, porque geralmente tem um preço compatível a todos, mas até os independentes hoje preferem disponibilizar seus álbuns do que coloca-los a venda, como fizeram os caras do Mister Distler.

Se você compra o cd só para valorizar o trabalho do artista, baixe o cd, veja se realmente ele é bom, já pensou se você gasta uma nota comprando o cd e ele não é bom? Se gostar vá aos shows, desse jeito você valoriza muito mais artista.

Concluindo: O Dan “disse” em seu blog que é pecado baixar MP3 porque é “pirataria”, pelo que eu sei, um pirata rouba as riquezas de pessoas inocentes. Então me diz quem está sendo o pirata, quem está roubando: O que baixa a música e compra o ingresso pro show ou o que vende a preço absurdo e ainda reclama que ninguém compra?

Oct 13

Não sou eu na foto!Essa questão até hoje em dia é muito discutida: o que um cristão deve escutar? Apenas música “Gospel” ou secular também?

O texto áureo da Bíblia que geralmente é usado para justificar que só se deve ouvir música “Gospel” é o que diz que não devemos nos misturar com o mundo, mas eu creio que não tem nada haver uma coisa com a outra. Este texto fala sobre ser diferente dos ainda “não crentes” e creio que hoje em geral a música “Gospel” está tão igual à música secular. As duas possuem artista que só querem dinheiro, fama, diversão, erros e pecados: é tudo igual. Você mesmo pode reparar, muitas músicas seculares falam de Deus e muitas “Gospel” falam mais do “mundo” do que do Pai.

Mas a solução não é se revoltar e parar de ouvir música, é apenas se conscientizar do que está ouvindo, é saber que esse ou aquele artista faz algo de errado, ou que aquela banda secular faz um trabalho comunitário para ajudar as favelas do Rio de Janeiro, é pesquisar sobre o que você está ouvindo. Todos erramos, é normal, apesar de que os “artistas Cristãos” deveriam dar exemplo, mas o errar é do homem, e no mais, todos temos um pouco do “mundo”, afinal nascemos nele.

Se for só para escutar música evangélica, então porque não parar de ver novela da TV Globo e ir assistir as da Record? A resposta é simples: da no mesmo, já está quase tudo contaminado mesmo.

Dica: Meu teto não é de vidro pode tacar quantas quiser, mas só não gaste muito suas pedras porque ainda vem mais

Oct 5

Musicoterapia
Adaptando a definição de Musicoterapia da World Federation of Music Therapy, Musicoterapia seria a utilização da música por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento.

O Musicoterapeuta trabalha com pessoas com dificuldades motoras, autistas, pacientes com deficiência mental, paralisia cerebral, dificuldades emocionais, pacientes psiquiátricos, gestantes e idosos.

O processo da musicoterapia pode se desenvolver de acordo com vários métodos. Alguns são receptivos, quando o musicoterapeuta toca música para o paciente. Este tipo de sessão normalmente se limita a pacientes com grandes dificuldades motoras ou em apenas uma parte do tratamento, com objetivos específicos. Na maior parte dos casos a musicoterapia é ativa, ou seja, o próprio paciente toca os instrumentos musicais, canta, dança ou realiza outras atividades junto com o terapeuta.

Alguns musicoterapeutas procuram interpretar musicalmente a música produzida durante a sessão. Outros preferem métodos que utilizem apenas a improvisação sem a necessidade de interpretação. Os objetivos da produção durante uma sessão de musicoterapia são não-musicais, por isso, não é necessário que o paciente possua nenhum treinamento musical para que possa participar deste tratamento.

A formação do musicoterapeuta inclui teoria musical, canto, prática em ao menos um instrumento harmônico (piano ou violão), instrumentos melódicos (principalmente flauta) e percussão.

É interessante saber que as pessoas convertem seus sentimentos, medos, anseios, felicidades, dúvidas e tudo mais que há dentro de cada um em música, formando assim, uma melodia única de cada indivíduo. Provavelmente a mais sincera música já tocada pelo homem.

Eu gostaria de estudar mais sobre isso e aprender mais também, quem sabe ser um Musicoterapeuta. Deve ser inspirador.

Fontes: Wikipédia e World Federation of Music Therapy

Sep 24

Música

Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o som e o organiza no tempo. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, a música já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Como “arte do efêmero”, a música não pode ser completamente conhecida e por isso é tão difícil enquadrá-la em um conceito simples.Um dos poucos consensos é que ela consiste em uma combinação de sons e de silêncios, numa sequência simultânea ou em sequências sucessivas e simultâneas que se desenvolvem ao longo do tempo. Neste sentido engloba toda combinação de elementos sonoros destinados a serem percebidos pela audição. Isso inclui variações nas características do som (altura, duração, intensidade e timbre) que podem ocorrer sequencialmente (ritmo e melodia) ou simultaneamente (harmonia). Ritmo, melodia e harmonia são entendidos aqui apenas em seu sentido de organização temporal, pois a música pode conter propositalmente harmonias ruidosas (que contém ruídos ou sons externos ao tradicional) e arritmias (ausência de ritmo formal ou desvios ritmicos).

E é nesse ponto que o consenso deixa de existir. As perguntas que decorrem desta simples constatação, encontram diferentes respostas se encaradas do ponto de vista do criador (compositor), do executante (músico), do historiador, do filósofo, do antropólogo, do linguista ou do amador. E as perguntas são muitas:

  • Toda combinação de sons e silêncios é música?
  • Música é arte? Ou de outra forma, a música é sempre arte?
  • A música existe antes de ser ouvida? O que faz com que a música seja música é algum aspecto objetivo ou ela é uma construção da consciência e da percepção?

A música eleva os sentimentos mais profundos do ser humano. Não é necessário gostarmos de todos os estilos, porém conhecê-los.

Mesmo os adeptos da música aleatória, responsáveis pela mais recente desconstrução e reformulação da prática musical, reconhecem que a música se inspira sempre em uma “matéria sonora”, cujos dados perceptíveis podem ser reagrupados para construir uma “materia musical”, que obedece a um objetivo de representação próprio do compositor, mediado pela técnica. Em qualquer forma de percepção, os estímulos vindos dos órgãos dos sentidos precisam ser interpretados pela pessoa que os recebe. Assim também ocorre com a percepção musical, que se dá principalmente pelo sentido da audição. O ouvinte não pode alcançar a totalidade dos objetivos do compositor. Por isso reinterpreta o “material musical” de acordo com seus próprios critérios, que envolvem aquilo que ele conhece, suas cultura e seu estado emocional.

Da diversidade de interpretações e também das diferentes funções em que a música pode ser utilizada se conclui que a música não pode ter uma só definição precisa, que abarque todos os seus usos e gêneros. Todavia, é possível apresentar algumas definições e conceitos que fundamentam uma “história da música” em perpétua evolução, tanto no domínio do popular, do tradicional, do folclórico ou do erudito.

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