Primeiramente: música evangélica não converte ninguém. O que pode converter é a Unção de Deus que pode ser transmitida através da música e isso não tem nada haver se o ministrador está em santidade com Deus ou não. Deus usa quem ele quiser, quando ele quiser e da forma que ele quiser sem se importar se a pessoa é ateÃsta ou budista, ou seja, em meio a um show secular de qualquer artista, Deus pode operar e fazer todo mundo se converter (ou queimar geral).
Um outro modo de ganhar pessoas para Deus é sendo um exemplo e isso qualquer um pode ser, evangélico ou não. Um exemplo clássico que já virou tradição aqui no Blog Musicólotra é a cantora Claudia Leitte que com suas atitudes trouxe mais pessoas para Deus do que muitas bandas cristãs com anos de estrada. (vide comentários deste link)
Mas se você fizer por onde, ser um exemplo e seguir a Deus a Unção Dele poderá vir mais do que dobrada e você nem vai precisar ser um Juninho Afran na guitarra ou uma Cassiane no vocal pra conseguir isso. Apesar de que hoje em dia a idéia mais fácil de se ganhar pessoas para Deus é contratando um artista secular e no meio do show falar de Deus para o público, porque assim você vai estar falando para quem tem que ouvir, ou seja, para quem ainda não se converteu. Diferente dos artistas gospel de hoje que falam a mesma coisa sempre para pessoas que já estão cansadas de ouvir a mesma coisa… sempre…
Nossos conceitos de evangelização estão meio que parados no tempo, creio eu que é hora de abrirmos os olhos e ver a realidade, ficar no meio da rua gritando “Arrependei-vos!” não vai convencer ninguém, só de que você é maluco.


November 26th, 2007 at 9:19 am
Muito sensato.
Creio que uma das formas de evangelizar é fazer como Jesus, acolhendo sem cara feia os pecadores, ao invés de deixá-los de lado como “escarnecedores” (uma interpretação errônea do Salmo 1), e assim falar-lhes da Palavra.
Também deixar claro que não são obras que nos salva e sim nossa fé, demonstrando que somos tão pecadores como eles, apenas com a diferença de crer .
November 26th, 2007 at 10:43 am
Antes de mais nada, parabéns pelo post!
Sério mesmo, gostei de mais do que vc escreveu!
Isso vale não só pra Evangelização, isso vale pra qualquer luta pra qual se esteja buscando companheiros de batalha, entende?! Ser exemplo (mas sem ficar se sentido O tal) e falar de forma clara (e não “obrigando” as pessoas) são modos de “converter” “alienados” nesse companheiros de batalha.
Mesmo eu seguindo uma religião meio que “própria” acho que a conversão, seja pra crença que for, é importante - uma vez que essa religião te faça crescer e Amar.
E realmente Amor, Deus, Budah, Allah - ou o modo que O chamem - usa de qualquer um para levarnos pra perto dele.
Mais uma vez, parabéns pelo que vc disse, gostei muito =)
November 27th, 2007 at 6:28 am
Puts cara… muito bom!
Realmente o evangelismo vai muito além do que vemos hoje em dia. É muito mais do que uma boa música, que uma boa pregação. Nossa vida deve ser o exemplo, independente de palavras, religiões ou credos. Devemos ser o atalho para que as pessoas vejam como é o agir de Deus.
Um certo teólogo uma vez disse: “Evangelize sempre… se possÃvel com palavras!” Devemos sempre evangelizar, mesmo que não possamos falar nada, nossas atitudes devem falar por nós…
Um abraço!
November 28th, 2007 at 6:43 pm
Parabéns pelo seu trabalho!Adorei o seu blog!
November 29th, 2007 at 1:01 pm
Texto interessante, mas infelizmente tenho que descordar com o seu post:
“..um exemplo e isso qualquer um pode ser, evangélico ou não. Um exemplo clássico que já virou tradição aqui no Blog Musicólotra é a cantora Claudia Leitte que com suas atitudes trouxe mais pessoas para Deus do que muitas bandas cristãs com anos de estrada”
Não irei colocar aqui o exemplo da Claudia Leite(Pois não sou ninguem para Julga-la), mas acredito que o testemunho da pessoa vale muito na hora da evangelização… Imagina quando o Rodolfo abrantes fosse pregar com a banda Raimundos , (cantando palavrões e músicas indecentes), que tipo de exemplo que ele dária dando como Cristão?Todavia ele resolveu se separar e cantar música Gospel- creio que ele ganhou milhares de fãs mudando a sua postura e as letras para a música,
A biblia relata profetas, apostolos, homens cheios de fé que viviam uma vida com Deus. Eles ganharam uma multidão para Cristo. O santo e o profano não se mistura, é a mesma coisa de propaganda de cerveja e cenas de sexo em uma emissora que tem um “dono cristão”, se uma pessoa realmente se converte ele tem que confessar isso e realmente ser transformado… O vocalista do Creed largou a banda quando voltou para os caminhos do Senhor, Mara maravilha começou a cantar gospel, os integrantes fo Jars Of Clay, que antes tambem eram mundanos começoou a cantar gospel, Rodolfo começou a cantar Gospel, Catalau começou a cantar Gospel….
Deus usa e dá unção para quem busca o Espirito Santo, e para que o Espirito Santo entre é necessárioo uma vida de santidade…. Talvez seja por isso que muitos cantores cristãos cantam gospel, mas não ganham ninguem..Não possuem unção… Se alguem que se diz Cristão e confessa Jesus não ganha, imagina alguem que nem conhece a Cristo então???
“Um outro modo de ganhar pessoas para Deus é sendo um exemplo e isso qualquer um pode ser, evangélico ou não.”
November 29th, 2007 at 5:03 pm
Paulo, você apenas copncordou com o que eu falei.
Alguns dos exemplos citados realmente conseguiram almas,mas foi por causa de suas atitudes, porque se tornaram exemplo. Exatamente o que eu te falei.
Porem descordo de “O santo e o profano não se mistura”, cara se misturam sim. Deus estáem tudo inclusive no “profano”, não digo que ele apoia, mas digo que ele está em todo o lugar.
December 1st, 2007 at 6:43 am
Corroboro com o Renato citando a “Graça Comum” que nada mais é que a graça do Senhor disponÃvel a todos, santos ou não, convertidos ou não. O Senhor pode mover através de qualquer elemento; isso não quer dizer que o “Santo” se misture com o “imundo”. São duas questões completamente diferentes.
December 1st, 2007 at 1:28 pm
de certa forma estamos mesmo parado no tempo, hoje ainda tem gente que pensa que rock é do diabo, e coisas do genero, hoje também a musica gospel (termo esse que odeio) é um mantra com muitas e muitas repetições das mesmas coisas, nos que sempre falamos que reza são vãs repetições caimos na mesma. Agora eu não acredito que contratar alguém do meio secular pra falar de Deus é uma boa estratégia, temos mesmo é que deixar de fazer musica para os cristãos escutar e se deleitar e fazer musica mesmo pra quem necessita escutar coisas boas vindas de Deus e também estar no meio deles como fez o Oficina G3 quando tocou no Rock in Rio, foi algo que foi criticado, mas é um meio mais plauzivel de alcançar pessoas neste mundo, que deixam de ir em algum evento so pelo nome de “gospel” que aparece na maioria deles, isso acontece comigo muitas vezes quando chamo algum amigo pra ir em um show ou coisa do genero.
acho que acabo por aqui o meu raciocinio.
December 11th, 2007 at 8:53 am
Olha, mt gente gente fala realmente q rock é coisa do diabo e q para uma banda ser considerada gospel tem q cantar akelas músicas um tanto q “bregas”.
Mas as coisas mudaram…
Tomando como exemplo a banda Skillet!
Eles tocam rock alternativo e mandam mt bem!
Eles falam de Deus!
Mas mesmo assim tem mt gente q acha q “rock gospel” é um absurdo!
Bjus…. Fui!